Tratamento contra gordura localizada é mais eficaz com dieta e exercícios





A natureza da mulher faz com que ela tenha mais tendência a concentrar gordura no quadril, no abdômen, nas coxas e também nos flancos, onde saem aquelas gordurinhas nas laterais da calça.

Alguns tratamentos prometem combater essa gordura localizada, mas é importante alertar que, para que eles tenham melhores resultados, a pessoa deve combinar também dieta saudável e exercícios físicos, como explicou a dermatologista Márcia Purceli no Bem Estar desta sexta-feira (9).

Se a pessoa não tiver hábitos saudáveis, toda a gordura pode voltar. O tamanho dos quadris e a tendência a ter culote são determinados principalmente por fatores genéticos, mas podem ser aumentados também por causa da retenção de líquido e acúmulo de gordura. Por isso, para evitar esse "inchaço", é importante evitar gordura e sal na alimentação.

A drenagem linfática reduz esse inchaço e também o líquido que fica entre as células e também dentro das células de gordura. Esse líquido é levado para os vasos linfáticos, depois para os vasos sanguíneos e, por fim, são eliminados na urina. Todo esse processo traz melhoras na aparência da celulite.

Já a massagem modeladora tem um grande poder de diminuir as medidas porque remodela, desfaz os nódulos de gordura e espalha essas células para outros lugares. Mas para que o resultado seja satisfatório, são necessárias no mínimo 10 sessões e manutenção constante (veja como ela é feita no vídeo ao lado).

Essas células de gordura, além da lipoaspiração, também podem ser quebradas com a ajuda de alguns aparelhos que são novidade no mercado: os tratamentos de ultrassom cavitacional e criolipólise. Esses tratamentos também reduzem medidas e melhoram a celulite, como explicou a fisioterapeuta Fernanda Sales, mas são muito mais caros do que a massagem e a drenagem.

O criolipólise é o tratamento mais caro, mas ao mesmo tempo o método mais avançado para tratar a gordura localizada – chega a melhorar de 20% a 25% a região tratada. Cada sessão custa, em média, R$ 1.500 e o ideal é realizar 2 ou 3 sessões por ano, com intervalos de pelo menos 2 meses.

O aparelho é colocado na superfície da pele por cerca de uma hora e, por causa da baixa temperatura, faz com as células de gordura se fragmentem. Não há cortes, anestesias ou substâncias injetáveis, mas o tratamento é contraindicado para gestantes, alérgicos ao frio, pessoas com flacidez ou tumores no local da aplicação.

Já a aplicação do ultrassom custa $300 a sessão e a recomendação é que seja feita uma vez por semana, no máximo, 6 sessões em média. Esse tratamento também quebra as células de gordura, que são eliminadas depois pelo organismo.

Há também os cremes termoativos e lipotérmicos, que dilatam os vasos sanguíneos periféricos da derme e esquentam a pele, absorvendo os ativos dos produtos.




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